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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
quinta-feira, 23 de junho de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
Precisamos falar de Celso...
O canastrão que representou da forma mais fiel o rock e o Blues,
aquele que foi o maior compositor e guitarrista nacional dos anos 80,
ele é aquele que demonstrava em seus solos e riffs de guitarra o maior amor
ao seu instrumento. Estamos sim falando do mago da guitarra, apelido
que Celso Blues Boy ganhou na época em que suas músicas agitavam
multidões, “Aumenta que isso ai é Rock ‘and’ Roll”, “Marginal”, “sempre
brilhara”,”Blues Motel” são músicas atemporais, músicas contagiantes e
estimulantes que eram cantadas pelo público a plenos pulmões.
Nascido em Joinvilhe o músico na década de 70, sendo um discípulo dos metódos argentinos de tocar guitarra, começou sua carreira acompanhando ninguém menos que Raul Seixas e o duo Sá e Guarabira, artista proeminentes do Folk campestre e do Rock/Blues em vários aspectos e canções. Quando resolveu formar seu próprio grupo, o Legião Estrangeira, por mais que tenha tocado com os grandes, teve de fazer seu nome aparecer. Seguiu a década inteira tentando até assumindo uma carreira solo que chamou atenção de uma certa rádio já nos anos 80.
Para essa rádio em questão, a Rádio Fluminense, responsável pela popularização do rock nacional, Celso enviou uma fita com um de seus maiores- senão for o maior hit de sua carreira, “Aumenta que isso ai é rock ‘and’ Roll”. A partir dai viralizou, seu disco “Som Na Guitarra” não parava de ser executado nas discotecas e seus riffs de guitarra não saiam das ondas de rádio. Seus shows passaram a lotar, e seu nome conhecido não só no âmbito carioca e nacional como também chegou nos EUA.
Em 1998 lançou o álbum “Nuvens Negras Choram” sem o apoio da televisão e de gravadoras de outrora devido a seus excessos, pelo que se sabe, excessos de muita cerveja, álcool em geral e de cigarros. Em tudo que se tem sobre ele para se pesquisar sobre não é dito em nenhum momento de que se tratava de uma pessoa grosseira e/ou egocêntrica, muito pelo contrário! Pelo que pessoas que tocaram com ele ou o conheciam dizem era uma pessoa formidável fora dos palcos e furiosa com sorriso fácil no palco.
Nascido em Joinvilhe o músico na década de 70, sendo um discípulo dos metódos argentinos de tocar guitarra, começou sua carreira acompanhando ninguém menos que Raul Seixas e o duo Sá e Guarabira, artista proeminentes do Folk campestre e do Rock/Blues em vários aspectos e canções. Quando resolveu formar seu próprio grupo, o Legião Estrangeira, por mais que tenha tocado com os grandes, teve de fazer seu nome aparecer. Seguiu a década inteira tentando até assumindo uma carreira solo que chamou atenção de uma certa rádio já nos anos 80.
Para essa rádio em questão, a Rádio Fluminense, responsável pela popularização do rock nacional, Celso enviou uma fita com um de seus maiores- senão for o maior hit de sua carreira, “Aumenta que isso ai é rock ‘and’ Roll”. A partir dai viralizou, seu disco “Som Na Guitarra” não parava de ser executado nas discotecas e seus riffs de guitarra não saiam das ondas de rádio. Seus shows passaram a lotar, e seu nome conhecido não só no âmbito carioca e nacional como também chegou nos EUA.
Seus riffs e solos virtuosos chamaram a atenção de ninguém menos que BB King o cara que não só influenciou seu estilo mas também o nome artístico. Uma amizade foi formada e ambos os músicos dividiram o palco algumas vezes.
Celso era realmente um cara de sorte, mas podia ser só sorte? Nada, ele era um verdadeiro trabalhador.
Seguiu com alguns lançamentos como Marginal Blues, Celso Blues Boy 3, Blues Forever, Quando a noite cai, o fantástico disco “Ao Vivo” e o disco com versões alternativas de seus sucessos chamado Indiana Blues o fizeram conquistar a rapaziada do brasil inteiro. Ele foi co-mentor de alguns dos nomes que estão na ponta da língua dos brasileiros: a galera do Barão Vermelho e Cazuza, este último ele gravou com no disco Marginal Blues na faixa título.
Celso era realmente um cara de sorte, mas podia ser só sorte? Nada, ele era um verdadeiro trabalhador.
Seguiu com alguns lançamentos como Marginal Blues, Celso Blues Boy 3, Blues Forever, Quando a noite cai, o fantástico disco “Ao Vivo” e o disco com versões alternativas de seus sucessos chamado Indiana Blues o fizeram conquistar a rapaziada do brasil inteiro. Ele foi co-mentor de alguns dos nomes que estão na ponta da língua dos brasileiros: a galera do Barão Vermelho e Cazuza, este último ele gravou com no disco Marginal Blues na faixa título.
Em 1998 lançou o álbum “Nuvens Negras Choram” sem o apoio da televisão e de gravadoras de outrora devido a seus excessos, pelo que se sabe, excessos de muita cerveja, álcool em geral e de cigarros. Em tudo que se tem sobre ele para se pesquisar sobre não é dito em nenhum momento de que se tratava de uma pessoa grosseira e/ou egocêntrica, muito pelo contrário! Pelo que pessoas que tocaram com ele ou o conheciam dizem era uma pessoa formidável fora dos palcos e furiosa com sorriso fácil no palco.
Segue imortal em seus discos e voz grave cheia de pigarros. e vamos cantar seu blues”porque chorar não vale mais a pena.”
sábado, 26 de setembro de 2015
Keith Richards disseca “Crosseyed Heart” em série de vídeos
fonte: Noize
Por que o disco novo se chama Crosseyed Heart? Como o reggae influenciou o som de Keith Richards? E o blues?
Essas são perguntas que todos os fãs do guitarrista dos Stones gostariam de fazer ao seu ídolo. Sabendo disso, o velho Keef resolveu lançar uma série de vídeos onde esmiuça seu primeiro disco solo em 23 anos e discorre sobre as suas referências musicais (veja abaixo).
No seu Canal Oficial do Youtube, Keith comenta o processo de gravação de Crosseyed Heart, revelando, por exemplo, que a faixa “Goodnight Irene” foi muita inspirada pelo som do Leadbelly e que “Substantial Damage” foi a última música gravada pro disco (e se resolveu em 10 minutos no estúdio).
Alguns dos vídeos lançados são parte do novo documentário sobre o músico, Under The Influence, que estreou recentemente no Netflix. Dirigido pelo vencedor do Oscar Morgan Neville, esse filme traz cenas inéditas da produção do Crosseyed Heart e mostra Keith fazendo uma retrospectiva das suas décadas de carreira e carreiras.
Veja abaixo tudo que o músico lançou nos últimos dias:
Por que o disco novo se chama Crosseyed Heart? Como o reggae influenciou o som de Keith Richards? E o blues?
Essas são perguntas que todos os fãs do guitarrista dos Stones gostariam de fazer ao seu ídolo. Sabendo disso, o velho Keef resolveu lançar uma série de vídeos onde esmiuça seu primeiro disco solo em 23 anos e discorre sobre as suas referências musicais (veja abaixo).
No seu Canal Oficial do Youtube, Keith comenta o processo de gravação de Crosseyed Heart, revelando, por exemplo, que a faixa “Goodnight Irene” foi muita inspirada pelo som do Leadbelly e que “Substantial Damage” foi a última música gravada pro disco (e se resolveu em 10 minutos no estúdio).
Alguns dos vídeos lançados são parte do novo documentário sobre o músico, Under The Influence, que estreou recentemente no Netflix. Dirigido pelo vencedor do Oscar Morgan Neville, esse filme traz cenas inéditas da produção do Crosseyed Heart e mostra Keith fazendo uma retrospectiva das suas décadas de carreira e carreiras.
Veja abaixo tudo que o músico lançou nos últimos dias:
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